sábado, 7 de maio de 2016

Bezerros: frio e serra no agreste!



 
Foto: Isadora Cavalcanti.


Antes de falar do destino desse post, peço ao leitor que imagine a situação: uma mineira, que morou em Brasília e em Cuiabá, que ama o mar e que, de repente, se muda para um apartamento a 200 metros da praia, em Recife! 

Imaginaram o deslumbre???

Pois é, foi e está sendo um sonho que já dura 5 anos.

No entanto, essa fixação pelo litoral me fez deixar de lado os encantos do agreste e do sertão (e são muitos!), algo que, a partir de agora, pretendo corrigir.

Até então, tirando o litoral que percorri quase todo, só conhecia Caruaru e Campina Grande, devido às suas festas de São João, quando uma grata surpresa me aconteceu: Bezerros – Pernambuco.


Relax durante a trilha. Foto: Isadora Cavalcanti
                                           
Distante cerca de 110 km de Recife, seguindo pela BR 232, em trecho 100% duplicado, Bezerros é um município situado na mesorregião do Agreste Pernambucano, com população de aproximadamente 60.000 habitantes, segundo dados do IBGE.

Está inserido na unidade geoambiental do Planalto da Borborema. Tem seu ponto culminante no povoado de Serra Negra, onde a altitude chega a 957m. Lugar do encontro entre Caatinga e Mata Atlântica, formando uma paisagem única, é nesse povoado e em seus arredores que estão os maiores atrativos da cidade.

Pau de Arara, transporte até as Trilhas do Parque Ecológico e outros ponto da Serra Negra

A Serra Negra abriga unidades de conservação ambiental nas quais o viajante pode percorrer trilhas, de dificuldades variadas, e contemplar paisagens de rara beleza, vegetação única, com destaque para as muitas espécies de orquídeas e bromélias.  Uma opção também são as práticas de esportes de aventura, como rapel e arvorismo.




O acesso à Serra Negra é feito por estrada rural, porém pavimentada, que parte do centro de Bezerros e sobe... sobe... sobe. Para percorrer as trilhas, no entanto,  é necessário o apoio de um guia. Mas, não se preocupem, a cidade conta com receptivos que podem ajudar o viajante e oferecer produtos que vão desde trilhas curtas até as que duram todo um dia, com opções também de vislumbrar o belíssimo por do sol e trilhas noturnas em mata fechada. Resumindo, um destino que recomendo a todos os que são fãs do ecoturismo e do contato com a natureza.


Um dos muitos mirantes da Serra Negra. Foto: Isadora Cavalcanti


Além disso, o clima é uma verdadeira surpresa, pois, em pleno semiárido, a temperatura pode chegar a 12 graus com sensação térmica ainda mais baixa, ou seja, uma boa opção para quem quer “curtir” um friozinho sem sair de Pernambuco.

Por do Sol na Serra Negra. Foto: Isadora Cavalcanti.

Além da Serra Negra, a cidade também se destaca por seu carnaval que, até hoje, tenta se manter tradicional, figurando como o terceiro de Pernambuco em número de foliões e atrações, ficando atrás somente de Recife e Olinda. Do carnaval, surge a tradição dos ateliês de máscaras que podem ser compradas o ano todo.

Foto: Irandir Laurentino

Como se não bastasse, Bezerros também é cenário para manifestações artísticas importantes, como a Literatura de Cordel e a Xilogravura. Assim, o visitante também tem a oportunidade de conhecer ateliês como os de Sílvio Borges e, principalmente, do grande mestre J. Borges, artista cujas obras estão expostas na Unesco e em outras galerias mundo afora, considerado um dos Patrimônios Vivos de Pernambuco.

Eu e J. Borges. Foto: Livia Emanuelly.


Quanto à infraestrutura, Bezerros possui meios de hospedagem que vão desde charmosas pousadas rurais a hotéis simples e baratos na cidade. Uma opção pode ser o camping na Serra Negra, mas prepare-se para uma “infra” bem rústica e para noites bem frias! No quesito alimentação, a cidade conta com restaurantes de culinária regional e com pizzarias, lanchonetes e afins. Ou seja, o visitante não passa perrengue!

Enfim, para mim, foi uma surpresa muitíssimo grata, pretendo voltar em breve!

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domingo, 27 de março de 2016

Saudade Gastronômica

     

     Tenho saudade de todos  e de cada lugar que já vivi e já visitei! Mas acho que saudade não é só uma palavra ou algo que possa ser definido num só sentimento. Sim, existem tipos muitos de saudades: de pessoas, de sensações, de cheiros e de sabores. E é desse último tipo que padeço  às vezes, e que me inspira a escrever essa crônica cheia de nostalgia.
     Acho, realmente, que existe uma saudade gastronômica de tudo aquilo que já submeti ao meu paladar,  que gostei e que se tornou uma espécie de símbolo de um lugar, umas das mais queridas lembranças da qual também sou feita.
     Minha infância em Minas foi marcada pelos pasteis de milho do meu pai, pelas leitoas assadas no Natal e pelo pão cheio, receita original da minha cidade, que cheirava todo sábado no café da tarde.


     Cresci e fui trabalhar em Brasília! De lá, cultivo uma saudade enorme dos amigos! Essa saudade me é tão presente,  que quase me traz a boca o gosto do quibe do Beirute, que tapeava a cerveja e embalava conversas que nunca terminavam. Nos bares de Brasília, resolvemos todos os problemas do mundo!

     E por falar em mundo, fecho os olhos e sinto a textura dos pierogis da Polônia, do ciabatta do café da manhã na Toscana e, principalmente, o sabor maravilhoso de todas as comidas feitas pela Marisa em Lisboa. O mundo é tão feito de sabores quanto é de paisagens!

     Da época em que morei no Mato Grosso, vem a nostalgia dos maravilhosos peixes do pantanal, do bolo de arroz e de tudo que era cozinhado pela prima Saleti, sobretudo o bacalhau e a lasanha.


     Quando faz frio no Nordeste (sim, isso acontece!), tento me transportar para as noites quentes do verão soteropolitano, nas quais o burburinho do Rio Vermelho se mescla com o cheiro do dendê e todos os sabores e texturas do acarajé, acabado de sair do tacho.

     Por fim, quando saio do Recife, cidade onde vivo hoje, me dá aquela saudade do caldinho quente tomado na praia, do camarão e do charque comido entre conversas e outras...
     Dá para perceber que é saudade que não acaba mais e essa pode ser uma maneira de lembrar com carinho de todos os lugares em que eu estive.

     E, para matar essa saudade, só voltando!

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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Olha Recife: a cidade para seus habitantes

(roteiro "Volta à Ilha", Olha Recife no rio Capibaribe)

Muitas vezes, viajantes conhecem mais cidades estrangeiras que a própria, fazem turismo pelo mundo e muito pouco onde vivem.

Com o intuito de mostrar pontos atrativos da cidade para seus habitantes, a Secretaria de Turismo da Prefeitura do Recife criou o programa “Olha Recife” que consiste em oferecer à população roteiros guiados gratuitos em diversos pontos da cidade, sempre aos sábados e domingos.

(roteiro a pé "Bairro da Soledade")

São mais de 100 roteiros trabalhados, divididos em quatro categorias de acordo com o modal de transporte: de ônibus, de barco, a pé e de bicicleta. O objetivo é despertar o sentimento de pertencimento e  a autoestima do recifense, alertando-o para a necessidade de preservação e conservação da cidade.

(grafites do bairro da Soledade, parada para fotos)

Para participar, o interessado deve consultar o site do OlhaRecife, onde são anunciados os passeios da semana e onde é possível se inscrever, sempre as 6as feiras a partir das 9:00h. As regras para participar estão bem explicadinhas lá. Confira!

Ainda que as vagas não sejam muitas e a demanda enorme, o que pode dificultar as inscrições, vale a pena participar. A dica é: os roteiros a pé e de bicicleta são menos procurados e, apesar de exigir um certo esforço físico, são tão (até mais!) interessantes quanto os que utilizam ônibus ou barco.

(roteiro a pé "Poço da Panela)

Já fiz vários roteiros do Olha Recife e os meus preferidos são os feitos caminhando, pois mostra detalhes da cidade, principalmente de sua arquitetura, que passam despercebidos no cotidiano, além de promover uma interação mais próxima entre o guia, os visitantes e a cidade.

Espero que o projeto se solidifique ainda mais e que as vagas e os passeios sejam ampliados para atender melhor todos os interessados e contribuir para valorizar nossa linda cidade do Recife.


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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Jacumã: paraíso paraibano!


Distante cerca de 30 quilômetros de João Pessoa e 120 de Recife, a cidade paraibana de Conde, localizada no litoral sul do estado, abriga um dos refúgios de praia mais bonitos, tranquilos e preservados do Nordeste: a vila de Jacumã.

Para se chegar lá, segue-se pela BR-101, rumo sul desde João Pessoa, ou rumo norte desde Recife, até Conde - PB e de lá pela PB-018, 100% asfaltada, até o distrito de Jacumã.



Em Jacumã, o visitante pode visitar praias belíssimas como a do Coqueirinho, apontada por várias publicações especializadas em turismo como a mais bela da Paraíba, e a Praia do Amor com sua bela enseada e sua "pedra furada". Há a prática de surf e caminhadas por paisagens cheias de vegetação nativa e de falésias.


No entanto, a praia mais visitada (ou não!) do local é a famosa Tambaba, primeira praia do Nordeste a ter uma área oficialmente reservada ao naturismo, com nudez obrigatória a todos os visitantes. 

A praia em si é belíssima, com areia clara e muito bem preservada. Conta com áreas de mar aberto, próprias para surf e com rochas que formam, na maré baixa, piscinas naturais excelentes para banho. Tem também boa infraestrutura com quiosque para a venda de bebidas e petiscos.

Para os desavisados, é necessário informar que o naturismo é uma prática social, permeada por regras rígidas de convívio e respeito mútuo. Portanto, viajantes, sejam corajosos, tirem a roupa e relaxem na praia! Mas antes se informem do funcionamento do local, podem começar, clicando aqui


Em Jacumã, há muitas opções de hospedagem que vão desde pousadas simples,às mais sofisticadas e um resort com todas as mordomias. 

Para alimentação, há várias lanchonetes e restaurantes, porém não deixem de experimentar as deliciosas coxinhas vendidas em uma loja no mercado público. É só perguntar que lá todos conhecem e indicam!


No mais, a última dica é: olhem a previsão do tempo antes de ir, de junho a agosto costuma ser um período bem chuvoso (é o inverno do Nordeste), porém a partir de setembro os dias começam a ser ensolarados e convidativos.  Ah, usem muito protetor solar!

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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Dica de leitura: cem dias entre céu e mar



Este livro é o relato de um projeto inspirador e audacioso!

No ano de 1984, o navegador Amyr Klink atravessou mais de 3500 milhas (cerca de 6500 quilômetros) desde o porto de Luderitz, na África do Sul, até a praia da Espera, no litoral baiano, a bordo de um minúsculo barco a remo.

Sim, ele fez tudo isso remando e compartilhou com os leitores essa verdadeira odisseia. O leitor se sente transportado para a superfície do oceano Atlântico e divide as aventuras com o protagonista. O autor narra também o planejamento de sua aventura: os preparativos, os temores e os obstáculos que teve que transpor. Enfim, uma obra e um feito incríveis! Um relato sobre persistência, obstinação e vitória.





O livro é editado pela Cia da Letras e possui o formato normal e o de bolso. Os preços pesquisados nas livrarias variam entre 38,00 a 45,00 reais (formato normal) e entre 15,00 a 22,00 reais (formato de bolso).

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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Opinião: Se preocupe, mas viaje!


Está circulando pela internet um texto chamado “Porque ‘não se preocupe com dinheiro, apenas viaje’ é o pior conselho de todos os tempos”, que na verdade é uma tradução de outro texto tirado do site thefinancialdiet.com, que faz algumas críticas ao nosso estilo de vida viajante e tem inspirado algumas respostas de mochileiros como eu.

Reservo-me ao direito de não replicar o texto todo ou o link, mas faço algumas citações, com os devidos créditos e as devidas aspas.

O discurso contido nesse texto é bem comum, isto é, o que defende a acumulação de bens. Respeito muito quem é a favor disso e cujo maior sonho da vida é ficar rico. No entanto, não entendo a intolerância diante daqueles que escolheram algo diferente, das pessoas que preferem colecionar experiências a acumular bens. De maneira alguma faço apologia à ‘beleza de ser pobre’, só acho que as pessoas são diferentes e tem horizontes diferentes.


Outra coisa que não entendo é por que viajar vai de encontro à segurança financeira. Vejo que opiniões como as desse artigo são típicas de quem confunde qualidade de vida com capacidade de consumo. O autor cita uma amiga que faz "um mestrado em uma área que, por muitas razões, provavelmente não irá guiá-la a um grande emprego". Então, a escolha correta por uma carreira deve somente levar em consideração as condições de mercado?  Fico pensando o que seria da filosofia, das artes, da pedagogia, ..., ...,  se todos pensassem assim... E, além disso, o mercado de trabalho não é fixo, e uma carreira que está em alta hoje pode estar desprestigiada amanhã.

Grandes empregos existem em todas as áreas. Mas, voltando ao texto, fica fácil encontrar nele o pensamento daqueles que repetem os panfletos sem questionar, dos que acham, por exemplo, que ‘o país para nos feriados’, sem ter a menor noção de que boa parte do setor de serviços vive justamente dessas pausas e movimenta a economia como qualquer outro setor, até mais. De acordo com dados dos IBGE, o setor de serviços representa quase 70% do BIP brasileiro, dentro dele, o turismo representa 9,6%. Ou seja, aqueles que não obedecem o conselho dado pelo texto estão contribuindo para o crescimento da mesma forma que aqueles que escolheram ficar em casa.

Voltando a ‘amiga’ do autor, ele afirma "ela pode aproveitar esse tipo de liberdade — ser como uma andarilha que ama viajar, estudar pelo prazer de estudar e de ter longas conversas em bons jantares — porque ela vem de uma família que tem dinheiro". Para mim, isso é uma falácia! Que bom que essa pessoa sabe aproveitar o dinheiro que tem, mas a maioria que escolheu essa vida, o faz simplesmente porque questiona seus próprios planos de consumo. A maioria é como eu, que não vim de uma família rica e comecei a trabalhar com 15 anos. O que eu fiz para conseguir conhecer quase 30 países foi medir todos os custos de oportunidade e pensar antes de comprar qualquer coisa, ou seja, priorizar a experiência.  Eu me preocupo sim, em viver de maneira mais simples o dia-a-dia para gozar de uma liberdade futura e poder fazer o que eu gosto.


Muitos me perguntam se eu tenho ideia de quantos carros (joias, imóveis, etc) eu já gastei com as minhas viagens. Bem, isso apenas não me interessa, o que me importa é que eu fiz exatamente o que me faz feliz e não segui padrões pré-estabelecidos. Outros dizem que eu pude me dar ao luxo de viajar por que não tive filhos. Isso é verdade, mas são escolhas, eu escolhi não ter filhos, escolhi não ter carro (isso mesmo, uso transporte público para me locomover todos os dias) e emprego meu tempo e meu esforço no que me satisfaz. Respeito muito quem fez escolhas diferentes das minhas, mas quero minhas escolhas respeitadas. Sei muito bem que escolhas implicam em consequências e cada um deve pesar as suas. 

O autor também escreve que nosso estilo de vida "serve ao duplo propósito de atrair o espectador com uma vida que ele não pode ter, enquanto o faz se sentir como um derrotado por não conseguir alcançar esse patamar." Quer dizer então que eu tenho que ser infeliz para acompanhar os infelizes? Quer dizer que, se muitas pessoas mantêm um emprego que odeiam, eu também tenho que fazê-lo? Come on! Melhore! Gosto de viajar e gosto de compartilhar minhas experiências com outros viajantes, só isso, faço por prazer, não para despertar inveja. Na verdade, já recebi várias mensagens de pessoas dizendo que eu as inspirei e que elas começaram a viajar e estão bem felizes...

Para terminar eu deixo um conselho. Sim, se preocupe! Preocupe-se em planejar bem sua vida! Se você não gosta de viajar, não o faça. Aliás, não faça nada que lhe desagrade só porque isso é uma tendência ou um padrão. Todos temos obrigações, mas não somos obrigados a tudo.

Mas, se você é como eu e ama viajar, preocupe-se em planejar bem sua viagem, seu orçamento! Preocupe-se em priorizar suas experiências e tenha em mente que muito pouca coisa é definitiva, que, se você der uma pausa na sua vida para viajar, o mundo estará no mesmo lugar quando você voltar. Em tempo, pode ser que o mundo seja o mesmo, mas você certamente estará em outro patamar de evolução!

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sábado, 4 de julho de 2015

Pedra do Ingá: nosso passado na Paraíba



No interior da Paraíba existe um lugar incrível, a Pedra do Ingá ou Pedra Itacoatiara. 

Trata-se de um impressionante monumento arqueológico constituído por um painel rochoso que abriga inscrições rupestres feitas por meio de entalhes em baixo relevo.

A formação principal é um paredão de cerca de 3 metros de altura por 50 de comprimento, sendo 15 metros de sua extensão completamente cobertos pelas inscrições.

Ainda não se tem certeza do significado, do porquê dos entalhes ou de sua autoria. Muitas teorias têm sido formuladas, mas, até agora, nenhuma comprovada. O que se sabe é que as inscrições têm cerca de 6.000 mil anos e a teoria mais aceita é que foram feitas por comunidades indígenas que habitaram o local.

No entanto, o que impressiona é a beleza das inscrições que fazem da Pedra uma verdadeira obra de arte. Neste conjunto estão entalhadas figuras diversas, que sugerem a representação de animais, frutas, humanos e constelações como a de Órion.



O sítio arqueológico fica na pequena cidade de Ingá, com cerca de 15 mil habitantes, que conta também com construções históricas interessantes no seu centro. A cidade mais comumente usada como base para a visitação é Campina Grande, famosa pelos grandes festejos juninos em todo o Nordeste, e 2ª maior cidade da Paraíba, contando com muitas opções de hospedagens e de alimentação.


Para se chegar lá, tanto a partir de João Pessoa (120 km) quanto de Campina Grande (40 km), o acesso é totalmente asfaltado e muito fácil, como pode ser visto no mapa.



No local há um centro de visitantes e um pequeno museu, chegar até a Pedra é bem fácil e caminha-se cerca de 50 metros por uma pequena trilha com passarela. A visitação é gratuita. Confira mais informações no site.


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